CM - Monforte

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MUNICÍPIO COMEMORA 25 DE ABRIL HOMENAGEANDO EX-PRESIDENTES

MUNICÍPIO COMEMORA 25 DE ABRIL HOMENAGEANDO EX-PRESIDENTES

As comemorações do “25 de abril” no Concelho de Monforte foram assinaladas pela Câmara Municipal através da organização de um programa próprio e da participação do executivo (à exceção do Vereador João Barradas, eleito pelo MCCM – Movimento de Cidadãos do Concelho de Monforte) nas celebrações promovidas pelas quatro Juntas de Freguesia do Concelho, designadamente Assumar, Monforte, Santo Aleixo e Vaiamonte, iniciando-se com o Hastear da Bandeira Nacional na Junta de Freguesia de Monforte ao som do Hino Nacional interpretado pela Orquestra Ligeira “Novas Melodias” da Sociedade Filarmónica Monfortense “Os encarnados” e, seguidamente, nos Paços do Concelho, onde, no Salão Nobre, decorreu a Sessão Solene, e porque este ano se assinalam os “50 Anos das Primeiras Eleições Autárquicas Democráticas”, entendeu a Câmara Municipal homenagear os ex-Presidentes do Município, eleitos desde as primeiras eleições realizadas em 12 de dezembro de 1976, nomeadamente, António Falé Canoa (1976-1997), Rui Maia da Silva (1997-2009), Miguel Ferreira Rasquinho (2009-2013) e Gonçalo Amanso Lagem (2013-2025). Para além das celebrações de carácter protocolar, realizaram-se, nas quatro sedes de freguesia que integram o Concelho, os tradicionais almoços comemorativos, seguidos de animação musical, organizados pelas respetivas Juntas de Freguesia nos quais participaram largas centenas de munícipes de várias idades e onde o Presidente do Município, Miguel Rasquinho, acompanhado pela Vice-Presidente do seu executivo, Raquel Pereira, e pelos Vereadores da CDU, Fernando Saião e Pedro Bagorro, e pelo Presidente da Assembleia Municipal, Joaquim Martins, se deslocou para cumprimentar todos os presentes.     Transcreve-se na íntegra o texto da comunicação do Presidente do Município: Celebramos hoje o 25 de Abril, o dia em que Portugal se libertou e voltou a pertencer ao seu povo. Um dia que não pode ser reduzido a palavras bonitas ou a cerimónias formais. Abril não foi feito de conforto. Foi feito de coragem. Foi feito de risco. Foi feito de gente que decidiu, sem hesitar, que a liberdade valia mais do que o medo. E é por isso que o 25 de Abril não é passado. É exigência. É responsabilidade. É compromisso diário com a democracia e com as pessoas. Em Monforte, esse compromisso também se constrói com memória e com respeito por quem nos antecedeu. Ao longo destes 50 anos, o poder local foi uma das maiores conquistas de Abril. Foi aqui, nas autarquias, que a democracia ganhou rosto, ganhou território e ganhou vida. Foi aqui que a política deixou de ser distante e passou a ser quotidiana, feita de proximidade, de trabalho e de responsabilidade direta perante as pessoas. Mas Abril só faz sentido se for presente. Se for vivido. Se for assumido todos os dias. Nas últimas eleições autárquicas, os monfortenses confiaram-nos uma responsabilidade clara. E essa confiança não é um prémio, mas sim um privilégio. É, acima de tudo, uma obrigação diária de trabalho, de rigor e de resultados. Uma obrigação que assumimos com seriedade e com sentido de missão. E aqui dizemo-lo com total clareza: não há espaço para discursos vazios. Há trabalho concreto, exigente e transformador. Estamos a fazer escolhas políticas claras. Conto com todos, sem exceção, para que saibamos elevar o interesse do concelho acima de qualquer diferença, trabalhando com responsabilidade, lealdade ao território e compromisso com as pessoas, porque só assim conseguiremos construir um futuro mais justo, mais coeso e mais ambicioso para Monforte. Um futuro que não se decreta, constrói-se. E constrói-se juntos, com coragem, com verdade e com a determinação de quem sabe que o destino deste concelho tem de ser maior do que qualquer divergência que nos separe. Que ninguém se coloque de fora deste desígnio. Mas de forma clara, aberta, democrática, sem demagogia e entraves ou ruido estéril e de bastidores os quais nada acrescentam. Só destrói. Já provámos que os consensos são possíveis. Trabalharemos sempre para que tal aconteça. Assim todos queiram o mesmo! Falo-vos agora de objetivos futuros e realidade atual. A requalificação das infraestruturas de Santo Aleixo não é cosmética. É, na verdade, a maior obra alguma vez realizada no nosso concelho, com um investimento global que se aproxima dos dez milhões de euros. Trata-se de uma intervenção profunda, que vai muito para além da requalificação do espaço público: estamos a falar da renovação integral das infraestruturas da freguesia, nomeadamente redes de água, saneamento, pluviais e telecomunicações, criando condições estruturais que vão marcar o presente e o futuro daquela comunidade nas próximas décadas. Trata-se de melhorar substancialmente a qualidade de vida dos santoaleixenses! O Centro Interpretativo de Torre de Palma assume uma dimensão estratégica decisiva. Não é apenas a recuperação de um espaço patrimonial. É a valorização de um dos mais importantes conjuntos históricos do concelho, afirmando Torre de Palma como referência cultural e turística, e reforçando a ligação entre património, identidade e desenvolvimento económico. É um investimento que projeta Monforte para fora, mas que nasce profundamente da nossa própria identidade. O Centro Interpretativo dos Bonecos de Santo Aleixo representa uma aposta igualmente estruturante. É um investimento fulcral para afirmar, sem dúvida, este património como pertença da freguesia de Santo Aleixo e de todo o concelho de Monforte. Não é apenas cultura ou tradição! É identidade viva, é memória coletiva e é uma forma de garantir futuro através da valorização do que somos. O coletor de águas pluviais de Vaiamonte é uma intervenção essencial: não é apenas uma obra hidráulica, é segurança, proteção de pessoas e bens e resposta concreta a necessidades que já não podiam ser adiadas. É a resolução premente de um problema que iria afetar, cada vez mais, os vaiamontenses. A requalificação da piscina coberta em Monforte representa uma aposta clara na modernização e na sustentabilidade das nossas infraestruturas. Com um investimento superior a 550.000 euros, trata-se de uma intervenção centrada na eficiência energética, reduzindo consumos, aumentando a sustentabilidade ambiental e garantindo melhores condições de utilização para todos. Uma obra que vai demorar ainda alguns meses, mas que permitirá a reabertura daquela piscina com muito melhores condições de utilização. A requalificação da Praça da República e da Rua José Mário Romão Nobre Cartaxo será muito mais do que uma obra: será um verdadeiro ato de respeito pela nossa história e um gesto de confiança no nosso futuro. Será aqui que o coração do concelho baterá mais forte! E será esse coração que devolveremos às pessoas, com mais vida, mais alma e mais dignidade. Iremos transformar estes espaços em pontos de encontro, de partilha e de orgulho coletivo, onde cada pedra contará uma história e cada passo refletirá a ambição de um concelho que não se resigna. Porque requalificar não será apenas construir, será acreditar, será cuidar, será honrar quem cá vive e afirmar, com determinação, que Monforte merece sempre mais e melhor. E quando investirmos na requalificação dos polidesportivos de Assumar e de Santo Aleixo, estaremos a fazer muito mais do que recuperar infraestruturas: estaremos a fazer uma escolha clara, corajosa e com visão. Estaremos a abrir portas aos nossos jovens, a criar oportunidades, a incentivar estilos de vida saudáveis e a devolver energia, convívio e esperança às nossas comunidades. Porque cada espaço destes será um ponto de encontro, de crescimento e de futuro, um sinal de que não desistimos do nosso interior. Pelo contrário: cuidamos dele, valorizamo-lo e afirmamos, com determinação, que aqui também se constrói qualidade de vida, coesão e dignidade. Reforçámos também os meios operacionais do município porque governar não é prometer. É ter capacidade real de executar e de responder, no terreno, às necessidades das pessoas. Investimos em mais maquinaria, mais viaturas e mais meios. Para melhor servir os munícipes e dar mais condições de trabalho aos nossos funcionários. O reforço dos apoios às nossas IPSS’s, aos clubes e às associações do concelho não é apenas uma opção política, mas também uma afirmação clara de prioridades e de valores. É reconhecer o papel insubstituível destas instituições na coesão social, no cuidado aos mais frágeis, na formação dos nossos jovens e na dinamização da nossa vida coletiva. Cada euro investido aqui é um investimento em pessoas, em solidariedade e em comunidade. Porque são estas estruturas que, muitas vezes de forma silenciosa, mas incansável, seguram o nosso território, dão resposta onde outros não chegam e mantêm viva a alma do concelho. E por isso, reforçá-las é mais do que apoiar. É agradecer, é respeitar e é garantir que ninguém fica para trás. Mas também temos de ser claros sobre o contexto em que vivemos. O interior continua a ser tratado como território secundário. Continuam a ser tomas decisões longe das pessoas e que ignoram a realidade concreta dos territórios. E isso não é aceitável. E isso eu não aceitarei nunca! E aqui digo-o com total clareza política: nós não aceitamos um país a duas velocidades. Seja qual for o governo, seja qual for o partido que estiver a governar o país! Não aceitamos que o interior seja visto como periferia. Não aceitamos ficar para trás por inércia ou por centralismo. Não aceitamos desigualdades que já deviam ter sido corrigidas há muito tempo. O interior não precisa de compaixão. Precisa de justiça. Precisa de investimento. Precisa de respeito. Abril ensinou-nos precisamente isso: a não aceitar o que está errado apenas porque sempre foi assim. E é esse espírito que nos guia. Porque governar é escolher. E nós escolhemos sempre, sem hesitação, o lado das pessoas. Escolhemos o desenvolvimento em vez da estagnação. Escolhemos a ação em vez da desculpa. Escolhemos o futuro em vez da resignação. Senhoras e Senhores, E mesmo para terminar, permitam-me a referência que considero particularmente justa, necessária, inadiável e profundamente sentida. Hoje prestamos homenagem a António Falé Canoa, a Rui Maia da Silva e a Gonçalo Lagem. Três homens que serviram a nossa terra com dedicação, com sentido de missão e com uma entrega genuína à causa pública. Três percursos diferentes, mas unidos por algo essencial: colocaram sempre Monforte e as suas pessoas acima de qualquer interesse pessoal. Esta homenagem insere-se também no contexto dos 50 anos das primeiras eleições autárquicas livres e democráticas em Portugal. Meio século de poder local democrático, meio século de proximidade, de trabalho diário, de decisões difíceis e de serviço direto às populações. Os Presidentes que hoje homenageamos fazem parte dessa história maior. Foram protagonistas de momentos exigentes, enfrentaram desafios próprios do seu tempo e contribuíram, cada um à sua maneira, para construir o concelho que hoje temos. Ser Presidente de Câmara não é apenas exercer um cargo! É assumir, todos os dias, uma responsabilidade total perante uma comunidade inteira. Homenageá-los hoje não é apenas um gesto simbólico. É um ato de justiça. É reconhecer que a democracia local em Monforte se construiu com memória, com o contributo de muitos, ao longo de décadas, com diferentes lideranças, mas sempre com dois objetivos comuns: servir as pessoas, servir a nossa terra! Senhores Presidentes, porque jamais deixarão de o ser, Falé Canoa, Rui Silva e Gonçalo Lagem. Em meu nome pessoal e do Município de Monforte, muito, Muito Obrigado! Mas é também com esse sentido de continuidade e de respeito institucional que afirmamos a intenção de, no final deste ano, ainda no âmbito das comemorações dos 50 anos do poder local democrático, prestar homenagem a todos os Presidentes de Junta de Freguesia e Presidentes da Assembleia Municipal eleitos e que fizeram parte deste percurso coletivo. Porque a democracia local não se constrói sozinha. Constrói-se com diferenças, divergências e visões diferentes, mas principalmente com pessoas, com entrega, com serviço e dedicação à causa publica. E termino com Abril. Porque Abril não ficou no passado: vive em cada decisão que tomamos, em cada promessa que cumprimos e em cada compromisso que temos com a nossa terra e com o futuro das nossas pessoas. Viva o 25 de Abril, Viva o Concelho de Monforte, Viva Portugal!
publicado a 28 Abr
ÍCARO PARTILHA VALORES ÉTICOS COM CRIANÇAS

ÍCARO PARTILHA VALORES ÉTICOS COM CRIANÇAS

No âmbito de uma parceria estabelecida entre o Município de Monforte e o Colectivo Cultura Alentejo, associação cultural sediada em Estremoz, que prevê a dinamização de atividades que promovam o gosto e o interesse pelo teatro, a peça de teatro \"Ícaro\" foi apresentada em Monforte, no auditório da Escola/Sede do Agrupamento de Escolas João Maria Carriço, no dia 22 de abril, com duas sessões dirigidas exclusivamente à comunidade escolar das quatro freguesias do Concelho (Assumar, Monforte, Santo Aleixo e Vaiamonte), uma da parte da manhã para os alunos do Pré-Escolar, e outra, à tarde, para os alunos do 1º Ciclo, aos quais se juntaram o Presidente e a Vice-Presidente do Município, Miguel Rasquinho e Raquel Pereira, acompanhados pela Dirigente da Unidade de Educação, Vera Pegacha. Esta peça, encenada por Cláudio Henriques a partir do texto de João Tábuas, é mais uma produção do Colectivo Cultura Alentejo, com interpretação de Rui serrano e Sofia Soares Ribeiro, sonoplastia e iluminação de João Costa e backstage de Lina Prates e Mónica Ginga. O Colectivo Cultura Alentejo é uma estrutura artística que se dedica à criação, produção e apresentação de projetos nas áreas do teatro, da performance e da formação artística. Fundado em 2020, tem vindo a afirmar-se como um dos principais dinamizadores culturais da região, com uma atividade regular que privilegia a reflexão crítica e o envolvimento das comunidades locais. Assume como missão o desenvolvimento de uma linguagem artística própria, ancorada no território, mas com preocupações universais.
publicado a 24 Abr
JOVENS REFLETEM SOBRE SEGURANÇA RODOVIÁRIA

JOVENS REFLETEM SOBRE SEGURANÇA RODOVIÁRIA

O Município de Monforte, enquanto Entidade Coordenadora Local de Parceria do CLDS 5G, no âmbito da Operação IUPI 5G Monforte (Integração: Unidos Promovemos a Inclusão 5G), dinamizou cinco oficinas subordinadas ao tema da prevenção rodoviária, dirigidas a alunos em contexto PIEF. Ao longo das sessões, realizadas entre 26 de fevereiro e 26 de março, os participantes tiveram a oportunidade de identificar, no terreno, situações de risco no percurso entre a casa e a escola, refletir sobre comportamentos seguros e desenvolver soluções criativas para os problemas observados. As atividades incluíram saídas de campo, construção de mapas, jogos pedagógicos e trabalhos de grupo, destacando-se a criação de propostas como passadeiras coloridas e sinalização luminosa, pensadas pelos próprios alunos. As oficinas integraram ainda uma componente de empreendedorismo, incentivando os jovens a identificar problemas do seu quotidiano e a apresentar ideias para a sua resolução, promovendo competências como a criatividade, a comunicação e o trabalho em equipa. A atividade culminou com a apresentação dos trabalhos desenvolvidos e a entrega de diplomas de participação, assinalando o envolvimento dos jovens ao longo das oficinas. O projeto CLDS 5G é financiado no âmbito do Portugal 2030 - programa PESSOAS 2030, pelo Fundo Social Europeu +(FSE+) e pela União Europeia “Os Fundos Europeus Mais Próximos de Si”.”  
publicado a 22 Abr
MONFORTE RECEBE ISABEL DE PORTUGAL

MONFORTE RECEBE ISABEL DE PORTUGAL

O Município de Monforte, através de diversos serviços municipais e envolvendo toda a comunidade escolar do Concelho e em colaboração com vários organismos e população em geral, assinalou os 500 anos do matrimónio da Infanta D. Isabel de Portugal com Carlos V, Rei de Castela e de Aragão, organizando, no dia 17 de abril, uma recriação histórica da receção da Infanta em Monforte que incluiu um cortejo, um “banquete real”, a inauguração de uma exposição de trabalhos alusivos ao evento e uma sessão de cinema sobre a respetiva época histórica. O projeto, promovido pela Academia Portuguesa da História, procurou valorizar e divulgar o significado histórico e cultural deste enlace, e a sua concretização só foi possível graças a uma estreita articulação entre a Academia, oito municípios portugueses ligados à vida da Infanta (Lisboa, Torres Novas, Almeirim, Chamusca, Ponte de Sor, Alter do Chão, Monforte e Elvas) e vários organismos públicos e privados, portugueses e estrangeiros. Foi no Paço Real de Almeirim, a 1 de novembro de 1525, que se oficializara o matrimónio por procuração entre Isabel de Portugal e Carlos V. A cerimónia, marcada por grande aparato simbólico e diplomático, formalizou a união antes do encontro dos esposos. Daqui partiu a comitiva que conduziria a Infanta rumo a Castela e ao seu novo destino imperial, passando por Chamusca, Ponte de Sor e Alter do Chão, até chegar a Monforte, seguindo depois para Elvas e, daí, por outras localidades até Sevilha, onde, a 11 de março de 1526, foi, então, celebrado o casamento. Monforte, com a sua herança medieval e proximidade à linha defensiva da fronteira, representou uma etapa de grande significado estratégico. A receção à Infanta terá integrado gestos de reconhecimento. A atmosfera de transição tornava-se mais evidente, pois aproximava-se o momento de deixar, em definitivo, o território português. Aqui sentia-se já o peso histórico da missão que conduzia Isabel ao encontro do seu esposo. Para além dos representantes dos organismos parceiros locais, estiveram presentes no evento o Presidente e a Vice-Presidente da Academia Portuguesa da História, Miguel Corrêa Monteiro e Maria de Fátima Reis. Também o Presidente e a Vice-Presidente do Município, Miguel Rasquinho e Raquel Pereira, acompanharam as atividades e, em declarações, felicitaram todos os funcionários da autarquia pela forma como se empenharam na organização deste evento que transformou Monforte num grande palco histórico, e destacaram a extraordinária adesão da população e das instituições locais às quais se proporcionou a oportunidade de angariar receitas com a venda das sopas e outros produtos.
publicado a 21 Abr
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Aninhada nas vastas planícies douradas do Alto Alentejo, Monforte é uma vila que respira história e autenticidade. Longe da agitação das grandes cidades, este é um convite para desacelerar e descobrir um Portugal mais genuíno, onde o tempo parece ter outro ritmo. Ao chegar, é a paisagem que primeiro cativa: sobreiros e azinheiras pontuam o horizonte, e o casario branco surge como um oásis de tranquilidade. O seu nome, "monte forte", remete à sua fundação defensiva, e embora hoje a vila irradie paz, a sua herança militar ainda é visível. Não deixe de explorar o que resta do seu castelo medieval, que outrora protegeu estas terras, e deambular pelas ruas estreitas do centro histórico, onde cada pedra conta uma história. Mas Monforte não é apenas história e comida. É também o lar de uma comunidade acolhedora, onde a simpatia é uma constante. Visite a Igreja Matriz de Nossa Senhora da Graça, aprecie a arquitetura local e, se a época o permitir, participe nas festas e romarias que animam a vila. Para os amantes da natureza, os arredores de Monforte oferecem a oportunidade de longas caminhadas ou passeios de bicicleta, permitindo observar a rica fauna e flora do montado alentejano. É o cenário perfeito para um piquenique à sombra de uma oliveira milenar ou simplesmente para contemplar o pôr do sol, que pinta o céu de tons inesquecíveis. Visitar Monforte é mais do que fazer turismo; é embarcar numa viagem ao coração do Alto Alentejo, onde a simplicidade, a beleza natural e a riqueza cultural se entrelaçam para criar uma experiência verdadeiramente memorável.
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Aninhada nas vastas planícies douradas do Alto Alentejo, Monforte é uma vila que respira história e autenticidade. Longe da agitação das grandes cidades, este é um convite para desacelerar e descobrir um Portugal mais genuíno, onde o tempo parece ter outro ritmo. Ao chegar, é a paisagem que primeiro cativa: sobreiros e azinheiras pontuam o horizonte, e o casario branco surge como um oásis de tranquilidade. O seu nome, "monte forte", remete à sua fundação defensiva, e embora hoje a vila irradie paz, a sua herança militar ainda é visível. Não deixe de explorar o que resta do seu castelo medieval, que outrora protegeu estas terras, e deambular pelas ruas estreitas do centro histórico, onde cada pedra conta uma história. Mas Monforte não é apenas história e comida. É também o lar de uma comunidade acolhedora, onde a simpatia é uma constante. Visite a Igreja Matriz de Nossa Senhora da Graça, aprecie a arquitetura local e, se a época o permitir, participe nas festas e romarias que animam a vila. Para os amantes da natureza, os arredores de Monforte oferecem a oportunidade de longas caminhadas ou passeios de bicicleta, permitindo observar a rica fauna e flora do montado alentejano. É o cenário perfeito para um piquenique à sombra de uma oliveira milenar ou simplesmente para contemplar o pôr do sol, que pinta o céu de tons inesquecíveis. Visitar Monforte é mais do que fazer turismo; é embarcar numa viagem ao coração do Alto Alentejo, onde a simplicidade, a beleza natural e a riqueza cultural se entrelaçam para criar uma experiência verdadeiramente memorável.
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